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CAPÍTULO
131 :
CAMPO LUZ E REDE DE SÍNTESE CAPÍTULO
133 : TRANSFERÊNCIA LUZ E CORPO DE RETORNO |
| CAPÍTULO 131 : CAMPO
LUZ E REDE DE SÍNTESE |
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I Campo luz e sistema de transferência
1. Aumento de sistemas de numeração externa em acordo com o sistema de transferência
2. Organização do sistema de transferência e extensão externa
3. Informações vindas de planos luz e de planos imperiosos
II Redes da síntese sumeriana
1. Construção do corpo de sumeriana essência
2. Sumerianização do corpo de numeração interna e percepção da continuidade
3. Mutação do circuito luz
4. Perigo de deriva de corpos de numeração luz
5. Encontrar a dimensão de numeração unitária interna
6. Trabalhar sobre os mutantes de imperiosa figura para entrar no corpo da unidade
7. Ousar enfrentar o monstro para encontrar o anjo*
| CAPÍTULO 132: NUMERAÇÃO DE INSERÇÃO INTEGRADA |
I Numerologia: arquiteturas de contrôles
1. Numeração de inserção integrada e codificação de normalização
2. Transferização integrada no sistema de numeração imperiosa e criação da numeração imperiosa
3. Emissor de emergência imperiosa e assinatura com redes lunares
4. Redes de emergência externa e sistema de freagem
5. Numeração de imperiosa figura e potência emergente inferne
6. Bolhas numéricas: arquiteturas transitorias de contrôle e reserva de transferização
II Instalação de um numerador de inserção sobre uma figura formal
1. Sistema de cálice, de emergência externa centralizado e sincronização inferior
2. Orgão de inserção unitária: a linguagem do tantrismo hindu
3. Veículo formal e dimensão de síntese
4. Sistema de transferência unitária direta no seio de um calice yin yang
III Transformação de sistemas de potência extensos
1. Funcionalidade energética de um sistema de INICIOm ou de mulher
2. Caracteristicas yin ou yang de motores de energia interna e homossexuais
3. Nivere, P 60 e sistemas extremamente extensos
| CAPÍTULO 133 :
TRANSFERÊNCIA LUZ E CORPO DE RETORNO |
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I Operação de transferência luz
1. Novas potências sobre o planeta Terra e perturbações meteorológicas
2. Assinatura do corpo de transferência e desaparecimentos externos de circuitos não numeráveis
3. Intervenção de sistemas de luz sobre os corpo substanciais
4. Reconcentração de sistemas de síntese num computador
5. Zircão e corpo de luz
6. Matéria, energia e consciência
7. Configuração de despertar iniciatico
8. Corpo de retorno
II A felicidade, um estado de transferência
1. Elevação de potências e aceleração de destruições
2. Definir uma zona de proteção energética para os sistemas de transferência
3. A felicidade, condição - colocar a distânciasistemas pesados
4. Repartir as porções pesadas e se liberar de zonas heterogeneas
5. Transferência, o alcance de planos de felicidade para além de amarras pesadas
| CAPÍTULO
134 : ZONAS
EXTREMAS |
I Zonas extremas e potências pesadas integráveis
1. Deslocamento do ser do interior para o exterior e nova situação de transferência
2. Criação de um limite em torno da assinatura interior
3. Instalação de um programa que permita tratar a amarra as potências pesadas
4. Perigo de se aproximar de numerações extremas
5. Instalação do enquadramento de transferência ao redor do numerador interno
6. Amarra de uma nova seteira de potência
7. Contrôle e sincronização
8. Sistemas substancianos, mecanianos, metalianos, metralianos coordenados no planeta
9. Sistema explosivo e redes de sincronização
10. Integrar os levantamentos em um campo de energia global
11. Criação de um sistema deslocável para registrar as potências pesadas integráveis
II Condições de reinserção de potências pesadas
1. Reunião de sistemas exteriores em correlação com os sistemas inferiores
ção entre a consciência de seres, sua potência e unidade interna
3. Impulso de sistemas de potência - Recuperar os corpos de numeração extrema sob
a forma de mutantes
4. Criação da condição de reinserção
5. Repatriação de numerações extremas para contrabalançar um sistema pesado
6. Necessidade de se elevar para ser habitado por circuitos superiores
III Corpo de luz e sistemas extremos
1. Amarra de porções pesadas em um sistema de numeração extrema
2. Arrimo do corpo de potência, corpos fumegantes e início da refundição
3. Matérias de transferência cortadas de zonas imperiosas
4. Desaparecimento de figuras executadas pelo corpo da unidade
| CAPÍTULO
135: CONTRATO
DE RETORNO |
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I Transformação de potências e corpo de retorno
1. Potente, potência ajustada a um consciente
2. Intervenção em planos paralelos
3. Condições de entrada em um circuito de transferência
4. Transformação de potências por sistemas paralelos a forma fisica
3. Intervenção do corpo de retorno sobre os motores de potência
4. Corpo de retorno: corpo substancial impregnado pelo circuito luz e recentralizando todos os destinos do ser
5. Transformação de porções pesadas e realização do mutante
6. Quintessênciação de elementos substancianos, mecanianos, metalianos e metralianos: realização da pedra filosofal
9. Criação de uma situação de levitação
II Constitução do corpo de retorno
1. Substância de retorno: sutilização do corpo que pode receber as sementes da consciência
2. Trazer a matéria a um equilíbrio exato com a energia e a consciência
3. Quintessênciar a matéria para fazer o cristal suporte de sua potência - Sinal de retorno
4. Contrato de retorno: reunir a totalidade de sua figura sem disparidade
5. Saber escolher o que sutiliza e facilitar o retorno
| CAPÍTULO 136 : CRISTAL DE RETORNO |
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I Condições de inscrição do corpo de retorno
1. Cotage de potência: tratamento do sistema de potência ajustado ao circuito de retorno
2. Integração de sistemas de potência em corpos substanciais
3. Corpo de retorno: permeável acima, impermeável abaixo
4. Circulação e fluidez da energia
5. Instalação em um sistema tapado em cima e investido embaixo
6. Sair de uma situação de refém e se inscrever em um corpo de retorno
II Doze raios força e cristal de retorno
1. Dificuldade de intervenção sobre outros veículos para faze-los evoluir
2. Reunião de pais espirituais na direção daquele que criou uma situação de reconexão
3. Figura de antipolarização do P 4 com o B 4
Capítulo 137: AMARRAS DE INFERIORIZAÇÃO
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1. Por que os circuitos de numeração se desenvolvem sobre certos seres e não se desenvolvem sobre outros?
- Dificuldades de numeração sobre um planeta não conectado
- Deslocamento espacial para se liberar de amarras demasiado pesadas
- Operações de transferência sobre a zona externa
- Perigo de deriva e de exteriorização completa
- Deixar os sistemas extremos a uma certa distância eternel
- Cadeias de luz e dispersadores de energia
- Estar presente onde se encontra a assinatura da unidade.